O mundo é cheio de coisas. Cheinho, cheinho de coisas boas. Coisas excelentes! Uma dessas coisas são os museus do sexo, que contam ainda mais sobre essa atividade que tanto amamos.
Bem que, com Erótika Fairs e afins, essa moda de fazer museus do sexo poderia pegar por aqui também.
MoSEX — Museum of Sex (Nova Iorque)
Se a mais ianque das terras ianques tem o famosíssimo MoMA (Museu de Arte Moderna), por que não um MoSEX? Mas não esqueça de dar uma recheadinha na carteira se quiser ir lá, o ingresso não é dos mais baratezas.
Sex Museum – “The temple of Venus” (Amsterdã)
É claro que a terra que abriga a luz vermelha não poderia deixar de ter os seus próprios museus do sexo. Um deles fica no tal famigerado distrito. Enquanto o outro é o templo da deusa do amor e abriga até mesmo a imagem que ilustra o post.
Sex Machines Museum (Praga)
Não, esse não é o museu do James Brown. É um museu que expõe exatamente o que o nome propõe, na verdade: os mais diversos artefatos, acessórios e instrumentos usados nas fodas ao longo da história.
Tochka-G Museum of Erotic Art (Moscou)
Esse é o ponto G da capital russa. Ou, ao menos, é o que o nome diz. Sapecas soviéticos e sexo. Esta parece uma boa combinação, não?
Love Land (Jeju)
Na verdade, há duas terras do amor. Além dessa, que é a sede, na Coréia, há também a Love Land chinesa. A Love Land escolheu Jeju como abrigo por ser um destino de recém-casados casais e lá expõe (hehehe) suas obras (hehehe) a céu aberto (sem hehehe aqui).
Hihoukan — os museus do sexo japoneses em extinção
Os palácios do tesouro — em tradução literal — são uma espécie quase extinta na terra do sol nascente. O Japão abrigou uma pá de pequenos museus do sexo em seu arquipélago, mas, por uma série de fatores que vão além da minha compreensão, a atração por eles foi deixando de existir. Poucos são os sobreviventes.